quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Cancer Kin

segunda-feira, 27 de junho de 2011
Russell Howard

terça-feira, 21 de junho de 2011
Eu vou...
O DVD da Branca de Neve e os Sete Anões ganha, de longe, o número de visualizações cá em casa. Primeiro foi a L., que ainda hoje tem uma paixão muito especial pelo vestido da Branca de Neve. Agora é o D, que não passa um dia em que não peça para ver o filme. Já sabe as falas quase todas e vai repetindo as deixas dos anões, que venera, ao longo de todo o filme. Os sete bonecos dos anões andam sempre atrás dele por toda a casa. Os preferidos são o Feliz e o Dunga. Passa a vida a pô-los em fila no sofá, na mesa, no chão, na estante... Diz o nome de todos, imita na perfeição o Zangado, o Feliz e o Dengoso, e, quando termina, cantarola a música do regresso da mina:
sábado, 18 de junho de 2011
Goofy
O D., esta manhã, a apontar para os bonecos: «Mickey, Minnie, Donald, Margarida, Pluto...» «E este, quem é? É o Pateta.» «Não! É o Goofy!»
Madeira Café
Esta semana fiz uma descoberta muito perigosa. A menos de 10 minutos a pé do meu trabalho fica o Madeira Café, uma sucursal mais pequena da casa mãe Madeira Patisserie. A variedade deixa muito a desejar, e os empregados não são todos portugueses, o que me entristeceu ligeiramente por não poder fazer o pedido em português e dar dois dedos de conversa. Ainda assim, a tentação permanente de poder ir beber um cafezinho e comer os melhores pastéis de nata e bolos de arroz da cidade está demasiado perto.
sábado, 4 de junho de 2011
Fresh Fish
Sendo Inglaterra uma ilha, nunca me passou pela cabeça que fosse tão difícil encontrar peixe fresco em Londres. Há uma ou outra peixaria em Notting Hill com um ar muito arranjadinho mas com uma frescura duvidosa. Há mercados de rua onde se vende peixe, mas a higiene deixa muito a desejar. E nos supermercados, o mais certo é o peixe estar partido em postas, o que não deixa ver se é mesmo, mesmo fresco. Por isso, para além do salmão, da solha, da raia e da dourada que às vezes trago do supermercado, acabo quase sempre por comprar maruca, peixe espada e pescada congelados na loja portuguesa (para além do polvo e do bacalhau, claro).
Se há coisa de que tenho muitas saudades é de peixe verdadeiramente fresco. Daquele que ainda tem areia agarrada ou ainda está teso, de olhos brilhantes e guelras vermelhinhas. Por isso, quando vi os barcos de pesca na praia e as barracas ao longo da costa de Aldeburgh a vender peixe, senti crescer água na boca. Infelizmente, fomos recambiados para Londres antes de termos tempo de almoçar, mas espero poder voltar um destes dias à costa e provar aquele peixinho que, mais fresco do que isto, só a nadar.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Aldeburgh
Suffolk, terceiro e último dia.
Depois de descobrirmos uma avaria no carro que nos fez viajar a 30 km por hora, chegámos finalmente a Aldeburgh (leia-se Aldbra).
Quando nos preparávamos para almoçar os famosos fish and chips da zona, chegou o reboque. E eu fiquei de água na boca.
Nada de preocupações, o carro já está bem de saúde outra vez.
Free range eggs
Não vi nenhuma galinha, mas por aqui há ovos para dar e vender. Tantos que há caixas nos portões das quintas para o freguês se servir e deixar uma moeda. Um dos muitos exemplos que encontrámos pelo caminho.
Southwold
Suffolk, segundo dia.
Deixámos o campo e fomos rumo à costa conhecer Southwold. A praia de areia e as barracas de madeira criam um ambiente muito engraçado. Não se vê turismo por ali. São os próprios locais que pegam nas suas lancheiras e vão passar o dia à praia. Tiram as espreguiçadeiras, mesas e outros acessórios das barracas e ficam a vigiar as crianças que brincam mais à frente. Por momentos, fez-me recordar Espinho, onde também há barracas (mas de pano) e muitos tapa-ventos a colorir a areia.A L. e o D. lembraram-se de como é bom pôr os pés nus na areia e fizeram amigos depressa, enquanto o T. e eu retemperámos forças com os raios de sol que resolveram aquecer a nossa manhã.
Suffolk
Fins-de-semana grandes aproveitam-se para passear. Metemo-nos no carro no sábado e seguimos em direcção à região de Suffolk, mais ou menos a Nordeste de Londres.
A cottage onde ficámos instalados era agradável, mas não creio que tenhamos aproveitado muito a região e a quinta onde ficava. Para dizer a verdade, durante o caminho ficámos com a sensação de estar a viajar por aldeias e vilas abandonadas, onde raramente se via vivalma.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Big sister
Depois de há algumas semanas termos tirado a grade da cama do D., a saga do 'deita-levanta' continua à hora de ir dormir. Já tentámos várias estratégias, entre elas fechar a porta do quarto (que ele entretanto aprendeu a abrir). Desistimos entretanto desta técnica, mas a L. continua a repetir ao irmão sempre que encostamos a porta: «D., não chores, a mana está aqui. Estás a ouvir-me? A mana está aqui ao teu lado, não precisas de chorar.»
Subscrever:
Mensagens (Atom)