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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Christmas list















A lista que a L. enviou ao Pai Natal. Os nomes foram copiados cuidadosamente do catálogo da loja de brinquedos.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

British accent

«You have the mildest accent of all the foreigners here. You actually sound very British.» N., you've made my day!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Handsome

«Mamã, a I. diz que o M. é muito handsome, diz que quer marry him. Mas ele quer marry a P.!»
«Ai sim? E tu, achas algum menino handsome
«Não!»
Fico mais descansada.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Proper lady

Prestes a sair de casa, a L. vira-se para mim e diz: «Espera, Mãe, falta a minha mala. Vou pôr aqui a chave, o telefone e os óculos de sol. Ah, e o gloss. Agora sim, estou uma proper lady

sábado, 18 de junho de 2011

Goofy

O D., esta manhã, a apontar para os bonecos: «Mickey, Minnie, Donald, Margarida, Pluto...» «E este, quem é? É o Pateta.» «Não! É o Goofy!»

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Pequena Sereia

A L., no banho: «Olha para mim, mamã! Sou uma mermaida

quinta-feira, 3 de março de 2011

Almost two and counting

A ideia era contar de 1 a 10 em português e em inglês. Mas haverá alguém que consiga fazer uma criança repetir a gracinha para a câmara?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

End of Summer Term

Com a chegada do fim do Summer Term, tive uma reunião com a professora da L. para saber como vão os progressos. Impressões gerais: evolução impressionante desde o início do ano lectivo; inglês excelente; uma barra na ginástica; a melhor aluna a francês (tirando os franceses); aprendizagem dos sons, letras e números sem qualquer problema; uma personalidade muito forte; muito participativa (às vezes até demais...); emoções precisam de ser trabalhadas. A nível dos trabalhos manuais, progressos assinaláveis no recorte e no desenho. Fui surpreendida com uns bonecos, que não sabia que ela já desenhava, no meio dos desenhos arquivados. Ao chegar a casa, fizemos estes cartões para o avô R. e para a avó S., que fazem anos esta semana.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Uma questão de inglês(es)

Sempre achei que o meu inglês era bom. Tive boas notas na escola e sentia-me relativamente à vontade com a língua. Ao saber que vínhamos morar para Londres, pensei: «que bom, vou poder tornar o meu inglês perfeito». Que duas ideias tão distantes da realidade. Não só me apercebo agora que ainda tenho muito que aprender, como vejo que morar em Londres não é, por si só, um curso de línguas.
Ainda assim, há progressos a assinalar. Aprendi a dizer correctamente nomes como Ebury, St. James's e Gloucester, e passei a saber como se dizem em inglês coisas como calcário, cherovia, ficha e tomada, galochas, trotineta, eglefim, alho francês, montagem (de móveis), pescada, e outras que tais. Mas manter uma conversa fluída já é mais difícil. Raramente troco mais do que duas ou três palavras (raramente sem gaguejar) com ingleses propriamente ditos. De resto, toda a gente com quem me cruzo vem do estrangeiro. Vou praticando algum inglês com a nanny, mas os temas não são muito variados e a pronúncia não é perfeita. E na televisão acabamos por ver mais séries americanas do que inglesas. Continuo a não perceber muita coisa e consigo ver um programa de stand-up comedy sem esboçar sequer um sorriso - e eu até sou um público fácil.
Procuram-se ingleses para manter conversas de chacha. Só para treinar.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Car


O D. tem uma preferência especial por um carro verde e amarelo que chia quando ele o arrasta pela casa. Esta tarde, estendeu-o na minha direcção e fez um som inquisitivo. «É um carro, D. Ca-rro.», disse eu. E ele respondeu: «car». Fiquei sem saber se ele estava a tentar repetir «carro» ou simplesmente a dizer a sua primeira palavra em inglês.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Lesson number two

Uma mudança nunca é fácil, sobretudo para as crianças. A L., depois de uma fase mais conturbada, parece estar finalmente adaptada: ao novo país, à nova casa, à nova escola, à nova língua. Ontem tive uma reunião com a professora dela. Diz ela que a L. é uma criança feliz, muito activa (mas isso já nós sabíamos) e que aprende depressa. Compreende bem o que lhe dizem e já consegue dizer muita coisa em inglês.
Em casa, já começou a misturar as línguas e não raras vezes diz coisas como: «Mamã, quero grapes, please» ou «Mummy, quero milk com chocolate e torradinha com doce de pumpkin». Outras vezes, inventa. Há dias pegou num livro que estávamos a ler e disse: «Agora vou ler o livro em inglês.» «Está bem», respondi. «Blanhubpod ing, blu prixowed ing, nha aquinerut ing, somelidov ing...»
A pronúncia, por seu lado, ainda não está muito bem trabalhada - com raras excepções. É o caso dos números. Se o três sai mal, o quatro sai perfeito: «one, two, sree, fôo...». Mas a mais cómica de todas foi da palavra «ginástica». Esticou o lábio superior para a frente e com a boca em formato de grão-de-bico disse: «gymnastics». Desatei a rir. Ela responde com um ar sério: «Mãe, é 'ginástica' em inglês!».

domingo, 11 de outubro de 2009

Iniciação ao inglês

Na sua iniciação ao inglês, a L. começou a dizer algumas palavras e a usá-las com o sentido e no momento certos. Sabe dizer quase todas as cores, os dias da semana, contar até dez, dizer «sim», «não», «bom dia», «até logo», «até amanhã», «obrigada», «de nada», «com licença», «por favor», «desculpa» e mais algumas palavras de que agora não me recordo. Este fim-de-semana, para além de um «mummy» e um «daddy» deliciosos, fomos prendados com uma música tradicional: «Twinkle, twinkle, little star». Só que, neste último caso, ela não faz a mínima ideia do que está a dizer. Canta porque gosta de cantar, mas não percebe as palavras que diz e inventa metade. É enternecedor. Faz-me lembrar a minha infância, quando cantava as músicas que ouvia na rádio mas deturpava tudo. Pensando bem, ainda hoje faço o mesmo.